Avaliação da hidrofobicidade e da formação de biofilme em poliestireno por Salmonella Heidelberg isoladas de abatedouro avícola

Authors

  • Laura Beatriz Rodrigues UPF
  • Luciana Ruschel dos Santos UPF
  • Natalie Nadin Rizzo UPF
  • Vinícius Zancanaro Tagliari UPF
  • Amauri Picollo de Oliveira UPF
  • Graciela Trenhago UPF
  • Sílvio Cezar Rodegheri UPF
  • Ricardo Manoel Taglieti UPF
  • Elci Lotar Dickel UPF
  • Vladimir Pinheiro do Nascimento UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.22456/1679-9216.16333

Keywords:

Salmonella, Biofilme, Hidrofobicidade, Poliestireno

Abstract

Bactérias do gênero

 

Salmonella são consideradas a principal causa de infecções alimentares em humanos associadas a produtos avícolas, na maioria dos países. São capazes de formar biofilmes em diferentes superfícies, dificultando sua eliminação por procedimentos de limpeza e sanificação na indústria de alimentos. Estudos demonstram uma melhor adesão microbiana com o aumento da hidrofobicidade, tanto da superfície celular como do substrato de adesão. Neste trabalho, avaliou-se a formação de biofilme em placas de poliestireno por S. Heidelberg isoladas de abatedouros avícolas, cultivadas em caldo TSB com diferentes concentrações de glicose e a hidrofobicidade destas cepas na fase logarítmica (4h) e na fase estacionária (24h) do crescimento bacteriano. No caldo TSB sem suplementação de glicose, todas as amostras foram capazes de formar biofilme, sendo duas amostras fortemente formadoras de biofilme, e a maioria fracamente formadora. Nos caldos TSB com 0,5, 1,0 e 1,5% de glicose, todas as amostras foram fracamente formadoras. Nos caldos TSB com 2,0 a 4,0% de glicose, várias amostras apresentaram-se não formadoras e as demais fracamente formadoras. Após a incubação a 36ºC por 4 horas, o índice de hidrofobicidade foi inferior a 10%, com todas as amostras sendo altamente hidrofílicas. Na incubação a 36ºC por 24 horas, os resultados foram distintos, sendo 1/16 altamente hidrofóbica, 9/16 com média hidrofobicidade e 6/16 altamente hidrofílicas. As S. Heidelberg foram capazes de formar biofilmes no poliestireno, enfatizando a necessidade da sua verificação em outras superfícies, além de avaliar outros hidrocarbonetos e tempos de incubação relacionados aos índices de hidrofobicidade.

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Author Biographies

Laura Beatriz Rodrigues, UPF

Luciana Ruschel dos Santos, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Natalie Nadin Rizzo, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Vinícius Zancanaro Tagliari, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Amauri Picollo de Oliveira, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Graciela Trenhago, UPF

F

 

aculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Sílvio Cezar Rodegheri, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Ricardo Manoel Taglieti, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Elci Lotar Dickel, UPF

 

 

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Vladimir Pinheiro do Nascimento, UFRGS

 

 

Programa de Pós-graduação em Ciências Veterinárias (PPGCV), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS.

 

 

Departamento de Medicina Animal, Faculdade de Veterinária, UFRGS.

Published

2018-03-30

How to Cite

Rodrigues, L. B., Santos, L. R. dos, Rizzo, N. N., Tagliari, V. Z., Oliveira, A. P. de, Trenhago, G., Rodegheri, S. C., Taglieti, R. M., Dickel, E. L., & Nascimento, V. P. do. (2018). Avaliação da hidrofobicidade e da formação de biofilme em poliestireno por Salmonella Heidelberg isoladas de abatedouro avícola. Acta Scientiae Veterinariae, 37(3), 225–230. https://doi.org/10.22456/1679-9216.16333

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