EVANGÉLICOS PROGRESSISTAS NO BRASIL POPULAR

Juliano Spyer

Resumo


Este artigo examina a atuação política de dois evangélicos pobres, moradores de um bairro na periferia de Salvador. Evangélicos geralmente são percebidos, fora dos círculos de especialistas em temas da religião, como “mercadores da fé” ou como “fanáticos conservadores”. Lideranças evangélicas têm questionado esses estereótipos, mas esse debate ainda acontece em relação a evangélicos de classe média e universitários, que interagem com outros intelectuais de classe média. O artigo a seguir resulta do convívio cotidiano com evangélicos pobres que, considerando parâmetros como legalização da maconha ou do aborto, seriam enquadrados como conservadores e que, no entanto, atuam politicamente em seu bairro defendendo pautas como de justiça social, empoderamento feminino e combate ao racismo.

Palavras-chave


Cristianismo; Brasil; Política; Subalternos.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8136.116939



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Porto Alegre: UFRGS, IFCH, PPGAS, 1997 – Semestral - ISSN 1519-843X – ISSN 1982-8136 (eletrônico) Os conteúdos de Debates do NER estão licenciados em CC BY.