DEMOCRACIA REPRESENTATIVA, DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E QUESTÕES IDENTITÁRIAS: OS EVANGÉLICOS COMO UM CASO BOM PARA PENSAR

Alexandre Brasil Fonseca

Resumo


Neste artigo - em diálogo com o texto de Christina Vital da Cunha – reflito sobre a relação entre democracia participativa e representativa e como a inserção em partidos políticos envolve elementos importantes que contribuem para a discussão sobre as questões identitárias e suas contribuições para se pensar a política formal. Saliento que considerar a presença de evangélicos na vida partidária, junto às estratégias e diretrizes político-partidárias existentes, como também nos processos de financiamento eleitoral e na estruturação das campanhas são aspectos importantes para a análise proposta. Como conclusão indico que me parece que as diferenças identificadas não são só geracionais, há componentes de classe e questões relacionadas à inserção no território, envolvimentos com diversos movimentos, militância e os diferentes tipos de inserção nas estruturas partidárias.

Palavras-chave


IURD; Evangélicos e Política; Eleições; Partidos Políticos.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8136.116253



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Porto Alegre: UFRGS, IFCH, PPGAS, 1997 – Semestral - ISSN 1519-843X – ISSN 1982-8136 (eletrônico) Os conteúdos de Debates do NER estão licenciados em CC BY.