REPENSANDO A REVOLUÇÃO MARGINALISTA: UMA SÍNTESE DA RECENTE CRÍTICA HISTORIOGRÁFICA ÀS INTERPRETAÇÕES DO PERÍODO

Ricardo Luis Chaves Feijó

Resumo


Embora a expressão "revolução marginalista" seja de uso consagrado nos livros-texto de História do Pensamento Econômico, um estudo da evolução das idéias econômicas na segunda metade do século XIX Indica que o período dos anos setenta daquele século não representou uma ruptura com a tradição anterior que justifique o emprego do termo "revolução". O que se verificou com a publicação das obras de Jevons, Monger e Walras, entre os anos de 1871 e 1874, foi a articulação de uma tradição que já vinha desenvolvendo-se em trabalhos dispersos desde a década de trinta. Tal tradição caracteriza-se pelo emprego do cálculo marginalista e da noção de utilidade. Além disso, dois outros argumentos são usados na interpretação desses eventos, a tese da "desomogenização" das contribuições desses autores e a idéia de impossibilidade de uma síntese entre essas teorias e a velha escola clássica.

Palavras-chave


Revolução. Marginalismo. Teoria do valor. Subjetivismo. Epistemologia econômica. Escola austríaca.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.10564



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456