QUEM NOMEOU ESSAS MULHERES “DE COR”? POLÍTICAS FEMINISTAS DE TRADUÇÃO QUE MAL DÃO CONTA DAS SUJEITAS NEGRAS TRADUZIDAS

tatiana nascimento

Resumo


Controversamente à abundância de textos teóricos feministas traduzidos no Brasil, as produções feitas por teóricas negras lésbicas que chegam no Brasil via tradução são poucas. Qual é a cor hegemônica da política feminista de tradução acadêmica? Kia Lilly Caldwell critica e denuncia no artigo Fronteiras da Diferença: raça e mulher no Brasil (2000): a larga produção de textualidades traduzidas no Brasil não contempla a teorização feita por autoras negras. A própria tradução do texto de Caldwell deixa perceber a predominância de pensares e fazeres tradutórios que não questionam a tradução como prática colonial – do contrário, reforçam essa mirada com uma simples expressão, no caso da tradução analisada.

Palavras-chave


Teoria feminista negra. Tradução feminista anticolonial. Políticas de tradução.

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ISSN eletrônico: 2236-4013


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