Baixa luminosidade em sala de parto: vivências de enfermeiras obstétricas

Autores

  • Lívia Shélida Pinheiro Rodrigues
  • Antonieta Keiko Kakuda Shimo

Palavras-chave:

Iluminação. Enfermagem obstétrica. Percepção. Pessoal de saúde. Pesquisa qualitativa.

Resumo

Objetivo: Compreender as vivências de enfermeiras obstétricas que atenderam ao parto em ambiente com baixa luminosidade.
Métodos: Estudo qualitativo, exploratório e descritivo. Realizou-se entrevista com oito enfermeiras obstétricas, em um hospital
municipal de São Paulo, entre dezembro de 2015 e março de 2016. Os dados foram analisados por análise temática de conteúdo
proposta por Bardin.
Resultados: Foram apreendidas três temáticas: 1- Benefícios atribuídos à baixa luminosidade em sala de parto; 2- Dificuldades
atribuídas à baixa luminosidade em sala de parto e 3- Efeitos da baixa luminosidade sobre a atuação do profissional.
Conclusões: A baixa luminosidade pode tornar o parto mais tranquilo e aumentar a atenção ao momento vivido pela mulher e seu
bebê, proporcionando autonomia para a mulher e atendimento humanizado por parte da equipe. Surgiram como dificuldades, a
dinâmica de trabalho do setor e a falta de familiaridade com o método, por parte de alguns profissionais e parturientes.
Palavras-chave: Iluminação. Enfermagem obstétrica. Percepção. Pessoal de saúde. Pesquisa qualitativa.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

2019-09-03

Como Citar

1.
Shélida Pinheiro Rodrigues L, Keiko Kakuda Shimo A. Baixa luminosidade em sala de parto: vivências de enfermeiras obstétricas. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 3º de setembro de 2019 [citado 10º de setembro de 2026];40. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/96168

Edição

Seção

Artigos Originais