O nascimento: um ato de violência ao recém-nascido?

Autores

  • Maria Aparecida Munhoz Gaíva
  • Celina Maria Araujo Tavares

Palavras-chave:

humanização do parto, recém-nascido, relações mãe-filho, família.

Resumo

O parto institucionalizado e as intervenções tecnológicas tornaram o nascimento um evento pertencente à equipe de saúde e não à mãe/família e seu filho, interferindo na ligação afetiva entre pais e bebês. O presente trabalho procura discutir, numa perspectiva teórico-reflexiva, que o evento do nascimento tem sido um ato de “violência” ao recém-nascido. Analisa as atuais concepções e práticas do processo de nascimento institucionalizado e que o recém-nascido deve ser considerado como sujeito de direito. As necessidades e expectativas de seus familiares devem ser uma meta das equipes para a humanização do parto e nascimento, dando mais atenção às relações mãe-filho e família, visando contribuir com a melhor qualidade de vida emocional das gerações futuras

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Publicado

2008-05-29

Como Citar

1.
Munhoz Gaíva MA, Maria Araujo Tavares C. O nascimento: um ato de violência ao recém-nascido?. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 29º de maio de 2008 [citado 23º de agosto de 2026];23(1):132. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/4408

Edição

Seção

Reflexão sobre Temática