Tempo estímulo-resposta aos alarmes de pressão arterial invasiva: implicações para a segurança do paciente crítico

Autores/as

  • Adele Kuckartz Pergher Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
  • Roberto Carlos Lyra da Silva UNIRIO

Palabras clave:

Alarmes Clínicos. Fadiga. Segurança do Paciente. Terapia intensiva

Resumen

Estudo observacional, descritivo, exploratório, do tipo estudo de caso. Teve como objetivos medir o tempo estímulo- resposta da equipe aos alarmes de monitorização da pressão arterial invasiva (PAI) e analisar as implicações desse tempo para a segurança do paciente. De janeiro a março de 2013, foram realizadas 60 horas de observação estruturada e registro de alarmes disparados por monitores de PAI em uma UTI para adultos de um hospital militar da cidade do Rio de Janeiro. Foram registrados 76 alarmes de PAI (1,26 alarmes/hora), dos quais 21 alarmes (28%) foram atendidos e 55 (72%) considerados fatigados. O tempo médio de resposta aos alarmes foi 2 minutos e 45 seg.undos O déficit de recursos humanos e a planta física foram fatores determinantes no retardo da resposta aos alarmes. O alargamento do tempo de resposta a esses alarmes pode comprometer a segurança do paciente com instabilidade hemodinâmica, especialmente em situações de choque e uso de drogas vasoativas.


Descritores: Alarmes clínicos. Fadiga. Segurança do paciente. Terapia intensiva.

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Biografía del autor/a

Adele Kuckartz Pergher, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Mestre em Enfermagem pela UNIRIO

Roberto Carlos Lyra da Silva, UNIRIO

Enfermeiro, Doutor em Enfermagem, Professor Adjunto do Departamento de Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/EEAP/Unirio

Publicado

2014-06-27

Cómo citar

1.
Pergher AK, da Silva RCL. Tempo estímulo-resposta aos alarmes de pressão arterial invasiva: implicações para a segurança do paciente crítico. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 27 de junio de 2014 [citado 8 de agosto de 2026];35(2):135-41. Disponible en: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/43715

Número

Sección

Artigos Originais