CONDIÇÕES INTERVENIENTES À GOVERNANÇA DA PRÁTICA DE ENFERMAGEM NO CENTRO OBSTÉTRICO

Autores

  • Roberta Juliane Tono de Oliveira Universidade Federal de Santa Catarina
  • Fernanda Hannah da Silva Copelli Universidade Federal de Santa Catarina
  • Aline Lima Pestana Universidade Federal de Santa Catarina
  • José Luís Guedes dos Santos Universidade Federal de Santa Catarina
  • Vitória Regina Petters Gregório Universidade Federal de Santa Catarina
  • Alacoque Lorenzini Erdmann Universidade Federal de Santa Catarina

Palavras-chave:

Gerência, Enfermagem Obstétrica, Governança Clínica, Gestão em Saúde

Resumo

A governança relaciona-se aos processos que conferem aos enfermeiros autonomia, controle e autoridade sobre a prática de enfermagem. Este estudo objetivou identificar as condições intervenientes à governança da prática de enfermagem no centro obstétrico. Pesquisa qualitativa que utilizou como referencial metodológico a Teoria Fundamentada nos Dados. A coleta de dados ocorreu entre janeiro e maio de 2013, por meio de entrevistas
semiestruturadas com 27 participantes de um Hospital Universitário do sul do Brasil, divididos em quatro grupos
amostrais. A análise dos dados foi realizada mediante codificação aberta, axial e seletiva. A governança é potencializada pela experiência e autonomia profissional, articulação da dimensão assistencial e gerencial, comunicação interpessoal, satisfação e envolvimento com a profissão. E é limitada pela dificuldade de relacionamento interpessoal, sobrecarga de trabalho e estrutura física precária dos setores da Maternidade. O estudo oferece subsídios para a discussão sobre a melhoria do cuidado e da satisfação profissional entre enfermeiros e equipe de enfermagem.

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Biografia do Autor

Roberta Juliane Tono de Oliveira, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira graduada pela UFSC. Bolsista de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) 2011-2013. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Fernanda Hannah da Silva Copelli, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Aline Lima Pestana, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (PEN/UFSC). Bolsista do CNPq. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

José Luís Guedes dos Santos, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeiro graduado pela Univervidade Federal de Santa Maria - UFSM/RS (2007), Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS/RS (2010) e Doutorando em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (PEN/UFSC).

Vitória Regina Petters Gregório, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem da UFSC. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Alacoque Lorenzini Erdmann, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Doutora em Filosofia da Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem da UFSC. Bolsista 1A do CNPq. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Publicado

2014-04-15

Como Citar

1.
Oliveira RJT de, Copelli FH da S, Pestana AL, Santos JLG dos, Gregório VRP, Erdmann AL. CONDIÇÕES INTERVENIENTES À GOVERNANÇA DA PRÁTICA DE ENFERMAGEM NO CENTRO OBSTÉTRICO. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 15º de abril de 2014 [citado 27º de agosto de 2026];35(1):47-54. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/43125

Edição

Seção

Artigos Originais