ESTADO DE SAÚDE PERCEBIDO E ADESÃO FARMACOLÓGICA EM PACIENTES SUBMETIDOS À INTERVENÇÃO CORONÁRIA PERCUTÂNEA

Autores

  • Mariana Coelho Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Eliana de Cássia Arantes Costa Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Vitor César Richter Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Carina Aparecida Marosti Dessotte Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Marcia Aparecida Ciol University of Washington
  • André Schmidt Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Rosana Aparecida Spadoti Dantas Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Lídia Aparecida Rossi Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Rejane Kiyomi Furuya Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Palavras-chave:

Qualidade de Vida, Adesão à Medicação, Angioplastia.

Resumo

Os objetivos foram avaliar o estado de saúde percebido e a adesão farmacológica, e verificar a correlação entre essas
medidas em pacientes submetidos à intervenção coronária percutânea, após alta hospitalar. Trata-se de estudo
transversal realizado no período de maio de 2011 a julho de 2012. Utilizaram-se os instrumentos SF-36 e Medida
de Adesão aos Tratamentos, com 101 pacientes. Destes, 54 (53,5%) eram homens, a idade média era 59,5±10,3 e
32 (32,7%) haviam passado por tratamento cardíaco prévio. Todos utilizavam medicamentos anti-hipertensivos;
99 (98%) utilizavam antiagregantes plaquetários; 98 (97%), redutores de colesterol e 59 (58,4%), vasodilatadores
coronarianos. A média do número de medicamentos utilizados foi 6,8±2,1. A adesão farmacológica foi verificada em 98 (97%) pacientes. Os participantes apresentaram melhor estado de saúde nos componentes “Aspectos sociais” e “Capacidade funcional”. Constataram-se correlações positivas e de moderada magnitude entre as medidas de adesão e “Capacidade funcional”, “Estado geral de saúde” e “Aspectos sociais”. Houve correlação entre adesão farmacológica e estado de saúde percebido.

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Biografia do Autor

Mariana Coelho, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Bacharel em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP). Bolsista de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Eliana de Cássia Arantes Costa, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Terapeuta Ocupacional. Aluna de Mestrado do Programa Enfermagem Fundamental da EERP-USP.

Vitor César Richter, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Bacharel em Enfermagem pela EERP-USP. Bolsista de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Carina Aparecida Marosti Dessotte, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela EERP-USP.

Marcia Aparecida Ciol, University of Washington

Bioestatística. Research Associate Professor. Department of Rehabilitation Medicine, School of Medicine.

André Schmidt, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Médico. Professor Associado da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Rosana Aparecida Spadoti Dantas, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Enfermeira. Professor Associado do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da EERP-USP.

Lídia Aparecida Rossi, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Enfermeira. Professor Titular do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da EERP-USP.

Rejane Kiyomi Furuya, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Aluna do Programa Interunidades de Doutoramento em Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Publicado

2013-10-29

Como Citar

1.
Coelho M, Costa E de CA, Richter VC, Dessotte CAM, Ciol MA, Schmidt A, et al. ESTADO DE SAÚDE PERCEBIDO E ADESÃO FARMACOLÓGICA EM PACIENTES SUBMETIDOS À INTERVENÇÃO CORONÁRIA PERCUTÂNEA. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 29º de outubro de 2013 [citado 31º de agosto de 2026];34(3):86-94. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/37835

Edição

Seção

Artigos Originais