Fragilização da prática do enfermeiro no atendimento à demanda espontânea na atenção primária

Autores

  • Gláucia Bohusch UFRGS
  • Sonia Acioli
  • Ricardo de Mattos Russo Rafael
  • Alex Simões de Mello
  • Juliana Roza
  • Halene Cristina de Armada e Silva

Palavras-chave:

Conhecimentos, atitudes e práticas em saúde. Necessidades e demandas de serviços de saúde. Atenção primária à saúde.

Resumo

Objetivo: Analisar as fragilidades da prática do enfermeiro no atendimento à demanda espontânea nas unidades de atenção primária do município do Rio de Janeiro.
Método: Estudo qualitativo realizado no Rio de Janeiro, em 2016, com 20 enfermeiros recrutados não intencionalmente. Aplicou-se o grupo focal e a observação simples, e os dados foram submetidos à análise temática de conteúdo.
Resultados: O atendimento por demanda espontânea provoca tensões e sobrecarga no trabalho. O enfermeiro e o agente comunitário de saúde são os principais responsáveis pela organização do acesso.
Considerações finais: Constatou-se a incompreensão da prática da demanda espontânea como integrante da gestão do cuidado, além da polissemia relacionada ao termo. Enquanto para alguns as práticas de acolhimento significam maior autonomia, incorporando um escopo maior de ações referentes ao atendimento e ampliando a sua prática clínica; para outros, representam uma etapa que antecede a consulta médica e um elemento desorganizador da assistência.

Palavras-chave: Conhecimentos, atitudes e práticas em saúde. Necessidades e demandas de serviços de saúde. Atenção primária à saúde.

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Publicado

2021-07-02

Como Citar

1.
Bohusch G, Acioli S, Rafael R de MR, Mello AS de, Roza J, Silva HC de A e. Fragilização da prática do enfermeiro no atendimento à demanda espontânea na atenção primária. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 2º de julho de 2021 [citado 10º de agosto de 2026];42. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/116452

Edição

Seção

Artigos Originais