Óbitos perinatais evitáveis por intervenções do Sistema Único de Saúde do Brasil
Palabras clave:
Mortalidade perinatal. Estatísticas vitais. Enfermagem obstétrica. Enfermagem neonatal. Saúde pública.Resumen
Objetivo: Descrever características epidemiológicas dos óbitos perinatais por ações do Sistema Público de Saúde. Métodos: Estudo descritivo de análise temporal, população composta por óbitos perinatais de mães residentes no Recife, 2010-2014. Utilizado Lista de causas de mortes evitáveis para classificar a evitabilidade e EpiInfo versão 7 para análise das variáveis.
Resultados: Ocorreram 1.756 óbitos perinatais (1.019 fetais e 737 neonatais precoce), observou-se redução dos óbitos neonatais precoces (-15,8%) e aumento dos fetais (12,1%). Apresentou como principais causas: feto e recém-nascido afetado por afecção materna e asfixia/hipóxia ao nascer. Conclusões: A maior parte dos óbitos foi evitável, concentrando-se no grupamento de assistência adequada dispensada à mulher na gestação. Lacunas na assistência dispensada à mulher no parto, explicam o percentual de asfixia/hipóxia. Redução da mortalidade perinatal evitável associa-se à ampliação do acesso e qualidade da assistência para garantir promoção, prevenção, tratamento, cuidados específicos e oportunos.
Palavras-chave: Mortalidade perinatal. Estatísticas vitais. Enfermagem obstétrica. Enfermagem neonatal. Saúde pública.
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