Distribuição e autocorrelação espacial das internações por doenças cardiovasculares em adultos no Brasil

Autores/as

  • Fernanda Sabini Faix Figueiredo
  • Thamires Fernandes Cardoso da Silva Rodrigues
  • Anderson da Silva Rêgo
  • Luciano de Andrade
  • Rosana Rosseto de Oliveira
  • Cremilde Aparecida Trindade Radovanovic

Palabras clave:

Doenças cardiovasculares. Análise espacial. Saúde do adulto. Hospitalização. Enfermagem em saúde pública. Monitoramento epidemiológico.

Resumen

RESUMO
Objetivos: Analisar a distribuição e autocorrelação espacial das taxas de internação por doenças cardiovasculares em adultos, e
verificar a correlação com fatores socioeconômicos e de saúde no Brasil.
Métodos: Estudo ecológico das taxas de internação por doenças cardiovasculares em adultos no período de 2005 a 2016. A
dependência espacial foi analisada pelo coeficiente de autocorrelação de Moran Global e Local. A correlação entre taxas de internação
e variáveis socioeconômicas e de saúde foi calculada por meio do coeficiente de correlação de Spearman.
Resultados: As maiores taxas de internações foram observadas nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso, com
conglomerados da autocorrelação do tipo alto-alto para doenças isquêmicas do coração. As internações por doenças cardiovasculares
apresentaram correlação forte com baixa escolaridade, consumo de álcool e diagnóstico de hipertensão arterial.
Conclusão: As altas taxas de internação nos estados citados, atrelados a fatores socioeconômicos e de saúde sugerem a necessidade
de políticas públicas focados na temática.
Palavras-chave: Doenças cardiovasculares. Análise espacial. Saúde do adulto. Hospitalização. Enfermagem em saúde pública.
Monitoramento epidemiológico.

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Publicado

2020-10-13

Cómo citar

1.
Figueiredo FSF, Rodrigues TFC da S, Rêgo A da S, Andrade L de, Oliveira RR de, Radovanovic CAT. Distribuição e autocorrelação espacial das internações por doenças cardiovasculares em adultos no Brasil. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 13 de octubre de 2020 [citado 21 de septiembre de 2026];41. Disponible en: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/108357

Número

Sección

Artigos Originais