Aplicação do relacionamento terapêutico a pessoas com transtorno mental comum

Autores/as

  • Maria do Perpétuo Socorro de Sousa Nóbrega Doutora. Docente. Dep. Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. e-mail: perpetua.nobrega@usp.br
  • Marta Francisca Trigo Fernandes Enfermeira, Especialista em Saúde Mental e Psiquiatria/ Gerontologia. Psicanalista Clínico. Consultório Particular
  • Priscila de Freitas Silva Enfermeira. Residente do Programa Residência Multidisciplinar em Saúde Mental.

Palabras clave:

Relação de Ajuda. Saúde Mental. Atenção Primária à Saúde. Sofrimento Emocional.

Resumen

Objetivo: Descrever o resultado da aplicação do relacionamento terapêutico a pessoas com transtorno mental comum.
Método: Estudo quantitativo, descritivo, tipo antes e depois, conduzido com 112 prontuários acessados de um projeto de extensão em saúde mental na Atenção Primária à Saúde em Santo André, São Paulo. Utilizou-se o Self-Reporting Questionnaire para rastreio. Dados coletados em outubro de 2014 e analisados por meio de medidas de frequência simples.
Resultados: O escore de entrada variou entre 07 e 18 pontos, e, quanto maior, mais sessões de relacionamento foram necessárias. Ao final do processo do relacionamento, 55% da amostra apresentaram escore negativado e 45% passaram à pontuação ≤3.
Conclusão: O relacionamento terapêutico como cuidado em enfermagem em saúde mental transcende ao espaço da especialidade. A reavaliação contínua e o redirecionamento do processo conduziram os usuários a ampliar a visão sobre os desencadeadores de sofrimento, construir estratégias de enfrentamento e exercitar mudanças no cotidiano.
Palavras-chave: Saúde mental. Atenção primária à saúde. Enfermagem. Assistência em saúde mental.

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Publicado

2017-04-20

Cómo citar

1.
Nóbrega M do PS de S, Fernandes MFT, Silva P de F. Aplicação do relacionamento terapêutico a pessoas com transtorno mental comum. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 20 de abril de 2017 [citado 3 de agosto de 2026];38(1). Disponible en: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/63562

Número

Sección

Artigos Originais