SIGNIFICADO DE CONVIVER COM FIXAÇÃO EXTERNA POR FRATURA EXPOSTA GRAU III EM MEMBROS INFERIORES: O OLHAR DO PACIENTE

Autores

  • Catia Cristina Gomes Lopez Universidade Federal de São Paulo
  • Mônica Antar Gamba Universidade Federal de São Paulo
  • Maria Clara Cassuli Matheus Universidade Federal de São Paulo

Palavras-chave:

Qualidade de vida, Imagem corporal, Fixador externo

Resumo

O objetivo deste estudo foi compreender o significado de conviver com fixação externa por fratura exposta grau III em membros inferiores, sob o olhar do paciente. Os dados foram coletados com seis adultos jovens que faziam tratamento ambulatorial ortopédico, em um hospital público da cidade de São Paulo, por meio de entrevista semiestruturada
com questões abertas, entre junho e agosto de 2010. Na busca do significado desta vivência, mantivemos uma atitude fenomenológica na análise, o que propiciou desvelar o fenômeno “buscar viver apesar de se sentir preso em uma gaiola”. Os pacientes apontam que é o desejo pessoal e apoio de outras pessoas que propiciam a reorganização de
suas vidas, apesar dos inúmeros desafios que precisam superar para adaptarem-se ao fixador acoplado ao seu corpo, do medo que sentem em relação ao futuro e das dúvidas quanto ao tratamento.

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Biografia do Autor

Catia Cristina Gomes Lopez, Universidade Federal de São Paulo

Especialista em Administração Hospitalar, Enfermagem em Dermatologia, PG Enfermagem em Estomaterapia, mestranda da UNIFESP

Mônica Antar Gamba, Universidade Federal de São Paulo

Doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo, Professor Adjunto II da Universidade Federal de São Paulo

Maria Clara Cassuli Matheus, Universidade Federal de São Paulo

Doutora em Enfermagem pela Universidade de São Paulo, Professor Adjunto da Universidade Federal de São Paulo

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Publicado

2013-07-08

Como Citar

1.
Lopez CCG, Gamba MA, Matheus MCC. SIGNIFICADO DE CONVIVER COM FIXAÇÃO EXTERNA POR FRATURA EXPOSTA GRAU III EM MEMBROS INFERIORES: O OLHAR DO PACIENTE. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 8º de julho de 2013 [citado 13º de agosto de 2026];34(2):148-53. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/33685

Edição

Seção

Artigos Originais