Estresse de enfermeiros em unidade de hemodinâmica no Rio Grande do Sul, Brasil

Autores

  • Graciele Fernanda da Costa Linch Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Laura de Azevedo Guido Universidade Federal de Santa Maria

Palavras-chave:

Estresse, Enfermagem, Hemodinâmica, Trabalho, Saúde ocupacional.

Resumo

A pesquisa teve como objetivo avaliar a relação entre estresse e sintomas apresentados pelos enfermeiros que atuam em unidades de hemodinâmica. Os dados foram coletados por questionário. Para análise, os resultados foram considerados estatisticamente significativos se p < 0,05, com intervalo de 95% de confiança. A população constituiu- se de 63 enfermeiros com predomínio do sexo feminino (90,5%) e idade média de 35,24 (± 8,21) anos. A maioria dos enfermeiros cursou pós-graduação (77,8%) e não possuía outro emprego (77,8%). Quanto ao estresse, 52,4% dos enfermeiros obtiveram média entre 1,11 e 1,97, classificados com médio estresse, sendo que o domínio situações críticas foi o de maior escore (1,63 ± 0,29). Em relação aos sintomas, o domínio alterações músculoesqueléticas apresentou maior média (1,39 ± 0,94). Neste estudo, verificou-se correlação positiva alta significativa entre estresse e sintomas (r = 0,629; p < 0,001), dessa maneira conclui-se que o estresse está diretamente relacionado aos sintomas apresentados pelos enfermeiros.

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Biografia do Autor

Graciele Fernanda da Costa Linch, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Enfermeira Mestranda pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Federal de Santa Maria, bolsista CAPES, membro do Grupo de Pesquisa: Trabalho, Saúde, Educação e Enfermagem e da Linha de Pesquisa: Stress, Coping e Burnout

Laura de Azevedo Guido, Universidade Federal de Santa Maria

Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da UFSM. Coordenadora do PPGENF/UFSM.

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Publicado

2011-07-18

Como Citar

1.
Linch GF da C, Guido L de A. Estresse de enfermeiros em unidade de hemodinâmica no Rio Grande do Sul, Brasil. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 18º de julho de 2011 [citado 1º de setembro de 2026];32(1):63. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/16577

Edição

Seção

Artigos Originais