Estresse de enfermeiros em unidade de hemodinâmica no Rio Grande do Sul, Brasil
Palavras-chave:
Estresse, Enfermagem, Hemodinâmica, Trabalho, Saúde ocupacional.Resumo
A pesquisa teve como objetivo avaliar a relação entre estresse e sintomas apresentados pelos enfermeiros que atuam em unidades de hemodinâmica. Os dados foram coletados por questionário. Para análise, os resultados foram considerados estatisticamente significativos se p < 0,05, com intervalo de 95% de confiança. A população constituiu- se de 63 enfermeiros com predomínio do sexo feminino (90,5%) e idade média de 35,24 (± 8,21) anos. A maioria dos enfermeiros cursou pós-graduação (77,8%) e não possuía outro emprego (77,8%). Quanto ao estresse, 52,4% dos enfermeiros obtiveram média entre 1,11 e 1,97, classificados com médio estresse, sendo que o domínio situações críticas foi o de maior escore (1,63 ± 0,29). Em relação aos sintomas, o domínio alterações músculoesqueléticas apresentou maior média (1,39 ± 0,94). Neste estudo, verificou-se correlação positiva alta significativa entre estresse e sintomas (r = 0,629; p < 0,001), dessa maneira conclui-se que o estresse está diretamente relacionado aos sintomas apresentados pelos enfermeiros.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Direitos Autorais para artigos publicados nesta Revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a Revista. Em virtude da Revista ser de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições própria, em aplicações educacionais e não-comerciais, estando licenciados sob uma Licença Creative Commons tipo (CC) BY-NC.

















