Terceira etapa método canguru: convergência de práticas investigativas e cuidado com famílias em atendimento ambulatorial.

Autores

  • Marcia Borck UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC
  • Evanguelia Kotizias Atherino dos Santos UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Palavras-chave:

Enfermagem, Recém-nascido prematuro, Neonatologia.

Resumo

Trata-se de uma Pesquisa Convergente-Assistencial, de natureza qualitativa, que teve como objetivos investigar a experiência no processo de adaptação de famílias na terceira etapa do Método Canguru com recém-nascidos prétermo e/ou de baixo peso e implementar a consulta de enfermagem dentro dos quatro modos adaptativos da Teoria de Roy. Desenvolvido no período de outubro de 2006 a fevereiro de 2007 em um Hospital Universitário. Os sujeitos foram seis mães, familiares e seus bebês. A coleta de dados foi realizada através do processo de cuidar do modelo adaptativo de Roy, utilizando as técnicas de observação e da entrevista semi-estruturada. O processo de análise ocorreu através da apreensão, síntese, teorização e transferência. Os resultados mostram a necessidade de fortalecer o papel da família na desospitalização, a comunicação entre a equipe interdisciplinar e rever critérios de alta da terceira etapa.

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Biografia do Autor

Marcia Borck, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC

Márcia Borck

Enfermeira do Serviço de Neonatologia do Hospital Universitário da UFSC. Mestre em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC

Evanguelia Kotizias Atherino dos Santos, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem da UFSC e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Membro e líder do Grupo de Pesquisa em Enfermagem na Saúde da Mulher e do Recém-Nascido (GRUPESMUR)

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Publicado

2011-05-23

Como Citar

1.
Borck M, Santos EKA dos. Terceira etapa método canguru: convergência de práticas investigativas e cuidado com famílias em atendimento ambulatorial. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 23º de maio de 2011 [citado 3º de agosto de 2026];31(4):761. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/14341

Edição

Seção

Artigos Originais