O MEU SAMBA É MANIFESTO

O Entrelaçamento da Política nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro

Autores

Palavras-chave:

Escola de Samba, Política, Carnaval, Discurso

Resumo

Os desfiles das escolas de samba tornaram-se palco de reivindicações e protestos a partir do momento em que as agremiações assumiram enredos relacionados ao debate do mundo político brasileiro, com questões que atingem seus territórios e de quem faz o carnaval. Desde a redemocratização do Brasil em 1985 até o primeiro carnaval pós-pandemia de COVID-19 em 2022 as escolas de samba transformaram o Sambódromo da Marquês de Sapucaí em um palco de manifestações, um lugar que dá voz às demandas da população brasileira, a partir de seus enredos de cunho de crítica política e social. Através do mapeamento dos desfiles carnavalescos, o artigo discute a transformação das escolas de samba em atores políticos que buscam a construção de mudanças sociais.

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Biografia do Autor

Carlos Antonio Nascimento de Souza, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestre e doutorando em Antropologia Social pelo Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador do Laboratório de Antropologia do Lúdico e do Sagrado (Ludens) do Museu Nacional

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Publicado

2026-08-19

Como Citar

NASCIMENTO DE SOUZA, Carlos Antonio. O MEU SAMBA É MANIFESTO: O Entrelaçamento da Política nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Revista Todavia, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 07–21, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/revistatodavia/article/view/130048. Acesso em: 22 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos