Observatório do esporte paralímpico e Jogos Rio 2016: reflexões sobre a visibilidade e a memória do paradesporto

Autores

  • Juliana Maia Comunicação Social – Jornalismo - UFRGS
  • Janice Zarpellon Mazo Ciências do Desporto/ ESEFID -UFRGS

Resumo

Prática esportiva para pessoas com deficiência tem suas origens em ambientes hospitalares onde, inicialmente, foi utilizada como meio de reabilitação. Naquele contexto, alguns esportes foram adaptados à pratica em cadeira de rodas, tais como o basquetebol e o tiro com arco. Com o passar do tempo, competições esportivas entre os pacientes em reabilitação foram realizadas, e a expansão deste movimento deu origem ao que hoje conhecemos como o maior evento esportivo mundial entre as pessoas com deficiência: os Jogos Paralímpicos.

O projeto de extensão que deu origem ao “Observatório do Esporte Paralímpico” foi concebido a partir da constatação, por parte da coordenadora do “Núcleo de Estudos em História do Esporte e da Educação Física” (NEHME), da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança (ESEFID), professora doutora Janice Zarpellon Mazo, de que havia uma carência de pesquisas no campo do esporte paralímpico brasileiro. Além disso, percebeu a necessidade de investimento no que concerne à formação de profissionais de Educação Física para atuar junto das pessoas com deficiência.

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Publicado

2019-07-22

Como Citar

MAIA, Juliana; MAZO, Janice Zarpellon. Observatório do esporte paralímpico e Jogos Rio 2016: reflexões sobre a visibilidade e a memória do paradesporto. Revista da Extensão, Porto Alegre, n. 14, p. 45–51, 2019. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/revext/article/view/92718. Acesso em: 28 ago. 2026.

Edição

Seção

Editoração de Artigos