Prematuridade: orientar para cuidar – experiências em tempo de pandemia
Resumo
Recém-nascidos prematuros (RNPT), por definição, são aqueles nascidos antes de 37 semanas completas de gestação. Há vários fatores de risco para prematuridade, como: gravidez múltipla, tabagismo, uso de drogas, intervalo entre gestações menores do que 18 meses, além de complicações da gravidez que exigem antecipar o parto (BRASIL. Una-Sus, 2020).
O nascimento prematuro soma cerca de 15 milhões de neonatos anualmente no mundo (SILVA, R.M.M et al., 2020), sendo considerado um problema de saúde pública, visto que é fator de risco para morbimortalidade infantil, representando a principal causa de mortalidade em crianças de até 5 anos (SILVA, R.M.M et al., 2020; BRASIL. Una-Sus, 2020).
O acesso às práticas de saúde e a continuidade dos cuidados após a internação hospitalar tornam-se fundamentais, visto que crianças prematuras requerem cuidados individuais e singulares pelas vulnerabilidades e necessidades de atenção contínua para garantir saúde e desenvolvimento adequados. Dessa forma, os cuidadores parentais demandam preparo e apoio para exercer esses cuidados, sendo a atuação dos profissionais de saúde relevante para oferecer educação em saúde e orientar adequadamente estas famílias (SILVA, R.M.M et al., 2020).
