Avaliação de sistema de leito cultivado com a macrófita Sagittaria montevidensis Cham. & Schltdl. para tratamento de águas urbanas poluídas
Mots-clés :
Tratamento, águas residuárias, qualidade da água, águas urbanas poluídasRésumé
Este trabalho teve como objetivo avaliar um sistema de tratamento de água de leito cultivado, para tratamento de águas poluídas com água residuária urbana, como é o caso do Ribeirão dos Müller (Curitiba, PR). No sistema usou-se a macrófita Sagittaria montevidensis para remoção de matéria orgânica e coliformes. Inicialmente foi feita uma avaliação da água do Ribeirão dos Müller, que atualmente apresenta características semelhantes a de esgoto doméstico, com DQO igual a 250,82 ± 186,48 mg.L-1, OD igual a 1,14 ± 0,94 mg.L-1 e com valores máximos de 16.106 para e coliforme totais e 10.106 para coliforme termotolerantes, com presença de Escherichia coli. O sistema foi monitorado e operado em duas etapas e constituiu-se basicamente de captação, poço de sucção e recalque, reservatório de distribuição e o leito cultivado. O filtro, que constituiu o leito cultivado, era de fluxo ascendente, composto por camadas de pedra brita 5, pedra brita 2, porcelana e areia média, que serviu de suporte para a planta. O tempo de detenção hidráulica (TDH) do sistema foi de 10h e a vazão de 3.600 L.d-1. O pH apresentou variação de 5,8 a 8,9, com estabilidade para alcalinidade e ácidos voláteis. A eficiência global no sistema em DQO foi correspondente a 63,76 ± 14,30%, na primeira etapa e 62,93 ± 15,57% na segunda etapa. Enfim, o sistema mostrou-se indicado para o tratamento de águas urbanas poluídas, por apresentar características de um ambiente natural, além de ser considerado um sistema com baixo custo de implantação e operação.Téléchargements
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Publiée
2011-03-02
Comment citer
Bregunce, D. T., Veiga, B. V., Maranho, L. T., & Cubas, S. A. (2011). Avaliação de sistema de leito cultivado com a macrófita Sagittaria montevidensis Cham. & Schltdl. para tratamento de águas urbanas poluídas. Revista Brasileira De Biociências, 9(1). Consulté à l’adresse https://seer.ufrgs.br/index.php/rbrasbioci/article/view/115405
Numéro
Rubrique
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