Luminosidade, ácido indolbutírico e comprimentos de miniestacas na propagação de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert
Trefwoorden:
Propagação vegetativa, Miniestaquia, Regulador de crescimentoSamenvatting
A atual necessidade de recuperação de áreas degradadas e a demanda por produtos de origem florestal têm aumentado o interesse sobre as espécies brasileiras e tecnologias de plantios florestais. Entretanto pouco se conhece sobre a propagação vegetativa em espécies florestais nativas. Assim, o trabalho objetivou avaliar diferentes comprimentos de miniestacas, ambientes e concentrações de AIB em canafístula (Peltophorum dubium). A implantação do minijardim clonal foi conduzida no viveiro de mudas do setor de Silvicultura da FCA/UFGD. Foram estudadas quatro alturas de miniestacas (3,0; 4,5; 6,0 e 7,5 cm) na ausência e presença de AIB (2.000 mg L-1), assim como dois ambientes (sombreado e pleno sol) em três doses desse hormônio (0; 3.000 e 6.000 mg L-1). Foram avaliadas a altura da parte aérea, diâmetro do coleto, número de folhas, peso da matéria seca da parte aérea e sistema radicular, matéria seca total, as relações entre essas variáveis e o índice de qualidade de Dickson. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey, a 5 % de probabilidade. A partir dos resultados obtidos, conclui-se que: entre os tamanhos de miniestacas, as de comprimento 7,5 cm são as mais indicadas para a propagação vegetativa de canafístula, independente da ausência ou presença de AIB; quanto menor o tamanho das miniestacas, maior a necessidade de hormônio para promoção do enraizamento; para miniestacas de 6,0 cm, o ambiente a pleno sol e a aplicação exógena de 6.000 mg L-1 de AIB proporcionam melhores parâmetros de qualidade de mudas.##plugins.generic.usageStats.downloads##
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Gepubliceerd
2018-09-10
Citeerhulp
Heid, D. M., Schultz Soares, J., Milani de Souza Carbonari, V., Souza de Rezende, L., Pelloso de Carvalho, R., & Araujo Matos, F. (2018). Luminosidade, ácido indolbutírico e comprimentos de miniestacas na propagação de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert. Revista Brasileira De Biociências, 16(3). Geraadpleegd van https://seer.ufrgs.br/index.php/rbrasbioci/article/view/114590
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