Régimen de precipitación en la costa sur de la llanura costera de Rio Grande do Sul

Autores/as

  • Ananda Müller Postay de Lima Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Venisse Schossler Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Professora do Departamento de Geografia
  • Francisco Eliseu Aquino Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Professor do Departamento de Geografia
  • Denílson Ribeiro Viana Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Geógrafo Centro Polar e Climático

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-0003.126974

Palabras clave:

MERGE, SAM, ENOS, Estacionalidad, Anomalía de Precipitación

Resumen

La Llanura Costera de Rio Grande do Sul es una unidad geológica-geomorfológica situada en la costa este de dicho estado. El área de estudio se encuentra en la costa sur de la Llanura Costera, extendiéndose por 243 km, entre los municipios de Chui, Rio Grande y Santa Vitória do Palmar. Considerando la definición del área de estudio, los ambientes costeros poseen una dinámica sensible a cualquier fenómeno climático y geomorfológico. Vientos, tormentas, fuerza de las olas y régimen de mareas pueden provocar variaciones capaces de ocasionar cambios en una región costera. El objetivo de este estudio es identificar el comportamiento mensual y estacional de la precipitación y su relación con los modos de variabilidad climática El Niño -Oscilación del Sur (ENOS) y el Modo Anular del Hemisferio Sur (SAM), entre 2001 y 2021. Los datos de precipitación fueron extraídos del CPTEC/INPE -MERGE y del Centro de Climatología de Precipitación Global (GPCC). Los resultados indican que en el período analizado, el invierno es la estación más seca (14 registros) y el otoño la más húmeda (9 registros). De las anomalías de precipitación estacionales, solo la anomalía de primavera está estadísticamente correlacionada con el SAM, las demás no obtuvieron correlación con los modos de variabilidad climática. De los 250 meses analizados, 142 estuvieron por debajo de la climatología, indicando un 56,8% de meses secos. Los meses por encima de la climatología sumaron 88, es decir, un 35,2% de meses húmedos. Se destacan agosto, septiembre y octubre como los más húmedos, con trece, doce y once ocurrencias respectivamente. Julio, noviembre y junio fueron los más secos, con dieciséis, quince y catorce ocurrencias.

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Biografía del autor/a

Ananda Müller Postay de Lima, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Doutoranda associada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Geógrafa, mestra em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Atualmente realiza doutorado em geografia sobre climatologia, geomorfologia e sensoriamento remoto no litoral sul do Rio Grande do Sul. Atua como geógrafa do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS).

Venisse Schossler, Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Professora do Departamento de Geografia

Pesquisadora associada ao Instituto Nacional da Ciência e Tecnologia da Criosfera - INCT da Criosfera, Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Doutora em Geociências, pelo Programa de Pós-Graduação em Geociências – UFRGS, Mestre em Geociências pelo Programa de Pós-Graduação em Geociências - UFRGS. Bacharel em Geografia pela UFRGS. Atualmente realiza pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRGS sobre nível do mar no Brasil e eventos extremos.

Francisco Eliseu Aquino, Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Professor do Departamento de Geografia

Professor associado do Departamento de Geografia e ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Geografo, mestrado em Geologia Marinha e doutorado em Geociências pelo Programa de Pós-Graduação em Geociências (UFRGS) e Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) / Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Climatologista, que desenvolve pesquisas com ênfase em meteorologia e climatologia polar e subtropical, eventos extremos, teleconexões, monitoramento de massas de gelo, emergência climática e o Brasil.

Denílson Ribeiro Viana, Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Geógrafo Centro Polar e Climático

Climatologista do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Doutor em Meteorologia pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE), mestre em Sensoriamento Remoto pelo INPE, Geógrafo e Técnico em Informática pela UFRGS. Desenvolve pesquisas nas áreas de previsão climática e de variabilidade, em diferentes escalas espaço-temporais. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em climatologia, mudanças ambientais globais, agrometeorologia, desastres, geoprocessamento, sensoriamento remoto da atmosfera e modelagem estatística.

Publicado

2025-07-04

Cómo citar

MÜLLER POSTAY DE LIMA, Ananda; SCHOSSLER, Venisse; AQUINO, Francisco Eliseu; VIANA, Denílson Ribeiro. Régimen de precipitación en la costa sur de la llanura costera de Rio Grande do Sul. Para Onde!?, Porto Alegre, v. 19, n. 1, 2025. DOI: 10.22456/1982-0003.126974. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/paraonde/article/view/126974. Acesso em: 15 oct. 2026.

Número

Sección

Artigos
Recibido 2022-09-04
Aceptado 2025-01-08
Publicado 2025-07-04