A docência negra como um ato de rasura e resistência

memórias e trajetória da professora Ana Célia da Silva

Autores

  • Laís da Silva Avelar Universidade do Estado da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.22456/1984-1191.154627

Palavras-chave:

Ana Célia da Silva, Memória, Docência negra, Trajetória, Resistência

Resumo

Neste artigo, a partir das memórias de professora Ana Célia da Silva, tenho como objetivo pensar as rasuras, enfrentamentos e resistências, costuradas ao longo de uma trajetória docente negra. Para isto, utilizarei de entrevista biográfica feita com esta docente pelo Coletivo Luiza Bairros (CLB/UFBA) num ciclo de entrevistas denominado de “A docência negra no ensino superior no Brasil”, atividade que acompanhei como pesquisadora como parte do campo do doutorado. Além desta entrevista, utilizei também outros documentos como fontes, como, por exemplo, o currículo lattes, publicações e trabalhos acadêmicos produzidos por esta docente. Assim, costurando as narrativas de vida da entrevistada com suas construções teóricas, proponho pensar a docência negra como experiência de trauma, mas, também, de rasura e resistência.

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Publicado

2026-10-31

Como Citar

AVELAR, Laís da Silva. A docência negra como um ato de rasura e resistência: memórias e trajetória da professora Ana Célia da Silva. ILUMINURAS, Porto Alegre, v. 27, n. 74, p. 375–406, 2026. DOI: 10.22456/1984-1191.154627. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/article/view/154627. Acesso em: 2 nov. 2026.