“Paresque ” um campo
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.153155Palavras-chave:
Literatura Amazônica, Etnografia, Narrativa Oral, Governo MilitarResumo
Este artigo é o excerto de um texto maior chamado Benedictus Placere: uma campanha na Amazônia Paraense, que explora a intersecção de diferentes campos sociais na Amazônia Paraense, através das histórias de vida e obras do escritor Benedicto Monteiro. Analisa como as narrativas de Benedicto Monteiro, em especial nesse excerto, Verdevagomundo, articulam literatura e etnografia, construindo uma crítica social à Amazônia durante o regime militar. Utilizando a Tetralogia Amazônica de Monteiro ( Verdevagomundo, O Minossauro e A Terceira Margem), onde examinamos como as narrativas literárias refletem e denunciam questões de classe, raça, e gênero durante o período do governo militar no Brasil. Monteiro, com sua íntima ligação com a região amazônica, utiliza sua experiência pessoal e social para construir um discurso literário que mistura elementos autobiográficos e ficcionais, apresentando uma crítica social fundamentada no contexto histórico e social da Amazônia. O que, antropologicamente, podemos categorizar como campo de pesquisa em um mix produção literária/conversas do/com um autor “literosociológico” amazônida.
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Referências
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