O “mito da origem” e o imaginário social
Uma análise da narrativa visual e museal
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.140439Palavras-chave:
Museu, Narrativas museais, Narrativa visual, Mito da origem, Imaginário SocialResumo
O trabalho pondera sobre o Museu Municipal Francisco Coelho, localizado na cidade de Marabá - Pará. Em que a partir de uma análise teórica e interpretativa proponho uma investigação sobre a construção da narrativa de “origem” (Santos, 2000) da cidade de Marabá, e, a sua relação com o imaginário social marabaense (Baczko, 1985). Logo, para a interpretação das narrativas museais, parto da compreensão do museu como um campo discursivo (Chagas, 2009), portanto, aberto a leituras. Com isso, para o desenvolvimento da pesquisa, foram realizadas visitações ao museu, sustentadas no aparato teórico-metodológico que combinaram os elementos da antropologia interpretativa (Geertz, 2013) e antropologia visual (Achutti, 2004; Novaes, 2005; Leal, 2013; Gama, 2016), com os quais, realizo uma narrativa imagética, partindo da perspectiva de um fazer etnográfico composto além da escrita. Corroborando assim, para a identificação das seleções sobre a representação da formação da cidade de Marabá, identificando quais personagens e/ou objetos são “visibilizados” e “invisibilizados” neste imaginário?
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