Os limites da Antropologia no filme Serras da Desordem
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.130225Palavras-chave:
Etnologia, Cinema, IndigenismoResumo
O objetivo deste artigo é analisar o filme Serras da Desordem, de Andrea Tonacci, para explorar as nuances de seu argumento como uma relação antropológica. A partir especialmente de considerações de Marilyn Strathern e Joanna Overing, mas também de outros antropólogos e estudiosos do cinema, vamos estabelecer alguns contrastes, visualizando os limites da proposta do filme, bem como entender como a trajetória de seu diretor se expressa nesta cinegrafia crítica e histórica.
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