O Papel da OCDE na Ascensão das Pesquisas Estatísticas sobre o Bem-estar Subjetivo

Autores/as

  • Guilherme Melo de Freitas Gestor do Núcleo de Sociologia do Instituto de Formação e Educação (IFE)
  • Diego Rafael Moraes Silva Doutorando em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Resumen

O objetivo do artigo é discutir o interesse pela temática da felicidade nos âmbitos estatístico e político por meio da análise do papel desempenhado pela OCDE. Partimos da constatação de que vivemos numa época em que o tema da felicidade, ou bem-estar subjetivo, projeta-se politicamente de maneira clara com auxílio das estatísticas. Propomos uma análise da ascensão das pesquisas estatísticas sobre bem-estar subjetivo a partir de um exame histórico das iniciativas que procuraram investigar quantitativamente este tema. Metodologicamente, tal exame se dá a partir de uma revisão bibliográfica da literatura e de uma análise documental dos materiais fornecidos pelas instituições envolvidas. Concluímos destacando o papel da OCDE na ascensão das pesquisas estatísticas sobre bem-estar subjetivo enquanto um exemplo de comunidade epistêmica que influencia na formação da agenda da produção estatística e da demanda política por indicadores através da mobilização de atores e redes de especialistas.

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Biografía del autor/a

Guilherme Melo de Freitas, Gestor do Núcleo de Sociologia do Instituto de Formação e Educação (IFE)

Mestre em Sociologia (USP)

Diego Rafael Moraes Silva, Doutorando em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Mestre em Política Científica e Tecnológica (UNICAMP)

Publicado

2016-04-30

Número

Sección

Artículos