A UMBANDA E A GLOCALIZAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8136.28932Resumo
Em face de certas pressuposições globalizantes da apropriação norte- americana da Afro-Brazilian religion, levanto uma pergunta hipotética: que diferença faria se – em vez do candomblé servir como o exemplo universal e transnacional do sincretismo religioso – a umbanda servisse como um exemplo do hibridismo cultural brasileiro? Sugiro a elaboração de um conceito específico – o ‘hibridismo de refração’ – no qual, o espectro de umbandas refrata o espectro de tensões sociais na sociedade brasileira. Com referência à teoria recente da globalização, argumento que a variação interna da umbanda reflete uma variedade de apropriações estratégicas de conceitos e modelos nacionais e transnacionais. Isto afirma a autonomia contextualizada desses agentes religiosos brasileiros e necessita uma dimensão nacional em qualquer análise das tensões constitutivas desta espécie de glocalização.Downloads
Não há dados estatísticos.
Publicado
2012-05-23
Como Citar
ENGLER, Steven. A UMBANDA E A GLOCALIZAÇÃO. Debates do NER, Porto Alegre, v. 2, n. 20, p. 11–44, 2012. DOI: 10.22456/1982-8136.28932. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/28932. Acesso em: 22 ago. 2026.
Edição
Seção
ARTIGOS