SACRED WASTE

OS DILEMAS DA TRADUÇÃO E A ESCOLHA POR LIXO SAGRADO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8136.150015

Resumo

Irene Stengs, antropóloga holandesa atuante na Real Academia de Artes e Ciências dos Países Baixos e na Vrije Universiteit Amsterdam, consolidou-se internacionalmente como uma referência nos estudos da religião. Seus esforços etnográficos, centrados na Tailândia e nos Países Baixos, produzem articulações intrincadas entre a produção de memórias coletivas, de identidades nacionais e, como é focalizado nesta entrevista, do sagrado. Com Stengs, falamos de um sagrado de fronteiras ambíguas – como é o caso do sacred waste. Interpelada sobre a tradução do seu instigante conceito como lixo, resíduo ou desperdício sagrado em português, a autora demonstra que todo ato de nomeação pressupõe um mergulho em um universo moral em que velhas questões sobre pureza, valor e descarte ganham vida para nos desafiar frontalmente.

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Publicado

2025-10-09

Como Citar

STENGS, Irene; TONIOL, Rodrigo; THOMAZ, Daniele; LINCE, Luiza. SACRED WASTE: OS DILEMAS DA TRADUÇÃO E A ESCOLHA POR LIXO SAGRADO. Debates do NER, Porto Alegre, 2025. DOI: 10.22456/1982-8136.150015. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/150015. Acesso em: 22 ago. 2026.

Edição

Seção

ENTREVISTA

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