O presente artigo consiste na análise da peça A máscara de grou que brilha à noite (2013) sob a disposição do recorte temático da língua. A partir de um personagem da peça, intitulado “Tradutor”, tomam-se como subsidiárias da análise as teorias sobre tradução de Walter Benjamin (1977) e de Haroldo de Campos (2011). Nota-se que a análise da peça nos aproxima da biografia da autora e de suas motivações para a criação de um texto complexo, que dialoga com fronteiras e com línguas.