Este artigo pretende refletir sobre os diferentes aspectos lingüísticos e sócio-culturais que abrange a prática da tradução, a aquisição da língua estrangeira e a identidade do tradutor. Consideramos que ainda persiste uma mentalidade tradicionalmente formada no interior dos cursos universitários que propõem caminhos unidisciplinares. Esta prática nos leva a deparar-nos com dificuldades metodologias e didáticas no momento de caracterizar situações comunicacionais complexas. Construir uma identidade, uma representatividade social do sujeito-tradutor através da língua, é a contradição desses séculos de estudo da tradução.
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