A proposta deste trabalho é conhecer de que modo ocorre a construção da identidade e da legitimidade no discurso político presidencial, voltando-se, especificamente, ao exame da Carta Testamento de Getúlio Vargas, dirigida ao povo brasileiro. O recorte recai sobre os elementos linguístico-discursivos que fazem referência à identidade do líder político. As análises levam em conta os verbos agentivos presentes nesse discurso, por se entender que cumprem papel significativo no processo de construção da identidade e da legitimidade do ponto de vista argumentativo. As pesquisas de Charaudeau (2009), Chilton (2004), Hall (2001), Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996[1958]), Franchi (1975) constituem a base da discussão teórica empreendida.
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