O Tempo Que Passo Em Mim: relações entre a percepção e a atenção na improvisação em dança

Autores

  • Patricia Chavarelli Vilela da Silva Universidade Federal de Uberlândia – UFU, Uberlândia/MG, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.150294

Resumo

O artigo apresenta considerações sobre os estudos de composição em dança vivenciados por Adultos 50+ do Grupo de Dança da Universidade Amiga da Pessoal Idosa. Tem por objetivo refletir sobre a relevância do refinamento da percepção e da atenção na construção de experiências autoeducativas e compositivas das pessoas participantes. Busca-se argumentar que os processos de criação e composição em dança portam, em sua situação operatória, possibilidades de construção de conhecimento que vão além da circunstância de produzir danças; e que para criar danças, e dançar, é necessário estabelecer relações com o entorno, de maneira que as capacidades de conhecer e de se relacionar com algo ou alguém, são construídas na experiência. Considera-se, ainda, que as ações artísticas que trazem à cena a temática do envelhecimento, podem ser maneiras de ampliar as possibilidades de discussão, informação e compreensão sobre o envelhecer.

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Biografia do Autor

Patricia Chavarelli Vilela da Silva, Universidade Federal de Uberlândia – UFU, Uberlândia/MG, Brasil

Bacharel e licenciada em dança pela Universidade Federal de Viçosa. Mestre pela Universidad Intercontinental Tres Fronteras/PY, com reconhecimento pela Universidade Federal de Uberlândia. Professora efetiva na Universidade Federal de Uberlândia.

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Publicado

2026-04-29

Como Citar

da Silva, P. C. V. (2026). O Tempo Que Passo Em Mim: relações entre a percepção e a atenção na improvisação em dança. Cena, 44(2). https://doi.org/10.22456/2236-3254.150294