Cabaré-Encruzilhada: uma autoetnografia a dois
DOI :
https://doi.org/10.22456/2236-3254.135445Résumé
No presente ensaio, os autores realizam uma autoetnografia sobre suas trajetórias na arte do cabaré, propondo um entrelaçamento de memórias, afetos e reflexões críticas que abarcam o período de quase duas décadas. Em sintonia com a Pedagogia da Encruzilhada, de Luís Rufino, é forjada aqui a noção de Cabaré-Encruzilhada: uma perspectiva cabareteira interessada no imbricamento das relações entre arte e vida, cultura popular e erudita, teatro e cidade. Por consequência, é possível constatar que está escrita não se restringe aos conteúdos autobiográficos que a disparam, enunciando a prática do cabaré enquanto fazer minoritário e burlando o universalismo e o racionalismo acadêmico.
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