O Buxixo dos Milagres: visões ambivalentes da utopia em O Santeiro do Mangue, de Oswald de Andrade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.141653

Resumo

O artigo analisa um texto híbrido de Oswald de Andrade, O Santeiro do Mangue – mescla de poemas líricos, fragmentos narrativos e diálogos dramáticos e corais –, como representante de uma dramaturgia moderna brasileira de feição negativa. Formulações de Theodor Adorno e Walter Benjamin são aqui apropriadas e deslocadas para se compreender os aspectos de negatividade que unem obras da dramaturgia nacional à particular e periférica formação histórica brasileira.  

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Biografia do Autor

Ivan Delmanto, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, Florianópolis, Brasil

Ivan Delmanto é dramaturgo, encenador e professor de teoria teatral na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

 

 

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Publicado

2024-10-21

Como Citar

Delmanto, I. (2024). O Buxixo dos Milagres: visões ambivalentes da utopia em O Santeiro do Mangue, de Oswald de Andrade . Cena, 42(3), 01–11. https://doi.org/10.22456/2236-3254.141653

Edição

Seção

Artigos