Reler Rancière: o espectador emancipado

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.136619

Resumo

É possível encontrar diversas reflexões sobre a cena contemporânea que se valem do pensamento de Jacques Rancière para problematizar o lugar da recepção. Rancière escreveu o ensaio O espectador emancipado a partir das reflexões colocadas em seu livro O mestre ignorante. Para o filósofo, isso representou uma oportunidade para discutir pressupostos teóricos e políticos que ainda sustentam o debate sobre o teatro e a performance. Ao reler os livros de Rancière e analisar também sua proposta da política como dissenso, pergunta-se se discutimos, suficientemente, o caráter emancipatório na atividade de recepção.

 

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Biografia do Autor

Elisa Belém, Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, Natal/RN, Brasil.

Pós-Doutorado em Artes da Cena pelo IA, UNICAMP (2015-2016); Pós-Doutorado em Artes pela EBA, UFMG (2014-2015).Doutorado em Artes da Cena do Instituto de Artes da UNICAMP, com o suporte da bolsa FAPESP. Mestrado em Teatro (Estudos da Performance) pela Royal Holloway, University of London; título reconhecido e validado no Brasil pela ECA/USP. Foi bolsista do Programa ALBAN entre 2004 e 2005.

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Publicado

2024-10-21

Como Citar

Belém, E. (2024). Reler Rancière: o espectador emancipado. Cena, 42(3), 01–09. https://doi.org/10.22456/2236-3254.136619

Edição

Seção

Ensaios