Cabaré-Encruzilhada: uma autoetnografia a dois

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.135445

Resumo

No presente ensaio, os autores realizam uma autoetnografia sobre suas trajetórias na arte do cabaré, propondo um entrelaçamento de memórias, afetos e reflexões críticas que abarcam o período de quase duas décadas. Em sintonia com a Pedagogia da Encruzilhada, de Luís Rufino, é forjada aqui a noção de Cabaré-Encruzilhada: uma perspectiva cabareteira interessada no imbricamento das relações entre arte e vida, cultura popular e erudita, teatro e cidade. Por consequência, é possível constatar que está escrita não se restringe aos conteúdos autobiográficos que a disparam, enunciando a prática do cabaré enquanto fazer minoritário e burlando o universalismo e o racionalismo acadêmico.

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Biografia do Autor

Cleber Braga, Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, Macapá/AP, Brasil

Professor Doutor do curso de Licenciatura em Teatro na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), bem como do curso de Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), além do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) - curso de Mestrado Acadêmico. É diretor teatral e dramaturgo, fundador do coletivo artístico Elenco de Ouro, da cidade de Curitiba. 

Ricardo Nolasco, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Artista pesquisador residente na Casa Selvática/ Selvática Ações Artísticas. Artista de cabaré, diretor, roteirista e performer.

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Publicado

2024-01-22

Como Citar

Braga de Oliveira, C. R., & Bertola Nolasco da Silva, R. (2024). Cabaré-Encruzilhada: uma autoetnografia a dois. Cena, 42(1), 01–14. https://doi.org/10.22456/2236-3254.135445