O erotismo não deve ser apagado

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.133979

Resumo

Este artigo propõe uma reflexão sobre a conformação erótica na criação artística em dança. Busca-se compreender o erotismo distorcido na mediação da sociabilidade capitalista, que, através do consumo, a deprecia, relegando-a ao papel de agente pornográfico. A fim de apresentar a potencialidade no fazer-criativo, busca-se promover uma discussão que afaste qualquer ideal que sujeite os corpos uma violação do próprio sentir. A abordagem adotada utiliza uma análise qualitativa da percepção erótica de Audre Lorde. A reflexão resultante destaca a necessidade de os artistas tomarem consciência de si e do mundo de modo que possa provocar verdadeiras mudanças em prol de uma sociedade em que o sensual alcance suas dimensões mais profundas.

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Biografia do Autor

Ingrid Labeta, Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Mestranda em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, é profissional da Dança, pós-graduada em Neuropsicomotricidade e Neurociência Pedagógica pela AVM/UCAM  e licenciada em Dança pela Universidade Candido Mendes, UCAM.

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Publicado

2024-01-22

Como Citar

Labeta, I. (2024). O erotismo não deve ser apagado. Cena, 42(1), 01–16. https://doi.org/10.22456/2236-3254.133979