Cartilha Insurgente: por uma pedagogia que atravesse grades

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.112383

Resumo

Esta cartilha pretende apresentar possíveis intervenções para desestabilizar sistemas que levam ao assujeitamento corporal pessoas consideradas marginalizadas pela estrutura dominante. Observaremos como práticas artísticas (ou práticas criativo-pedagógicas) podem contrapor as opressões cotidianas instauradas em regimes socioeducativos. Como suporte de reflexão, oficinas teatrais e artísticas realizadas em centros de internação, além de autoras e autores com as(os) quais dialogamos em busca de premissas para a ação.

 

Palavras-chave

Juventude em Cárcere. Regime Socioeducativo. Oficinas Artísticas. Pedagogia do Teatro.

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Biografia do Autor

Laís Jacques Marques, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC); Bacharelado em Artes Cênicas, com ênfase em Interpretação Teatral, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Licencianda em Teatro pela UFSM.

Bruna Luana Capelin Kunzler

Graduada em Ciências Biológicas - licenciatura pela Universidade Federal de Santa Maria (2017)
Professora de Ciências/Biologia na rede estadual de Santa Catarina

Marcia Berselli, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA

Professora do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria. Líder do Grupo de Pesquisa Teatro Flexível: Práticas Cênicas e Acessibilidade (CNPq/UFSM) e do Laboratório de Criação (LACRI/CNPq). Coordenadora do Programa de Extensão Práticas Cênicas, escola e acessibilidade. Artista da cena.

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Publicado

2021-12-02

Como Citar

Marques, L. J., Kunzler, B. L. C., & Berselli, M. (2021). Cartilha Insurgente: por uma pedagogia que atravesse grades. Cena, (35), 43–51. https://doi.org/10.22456/2236-3254.112383

Edição

Seção

Artigos