DE JAGUNÇO A MATRAGA

Authors

  • Bianca Meira Lopes Universidade Estadual de Ponta Grossa

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.83304

Keywords:

Matraga, Corpo sem Órgãos, Rostidade, Devir.

Abstract

O presente estudo propõe uma reflexão filosófica ao conto “A hora e a vez de Augusto Matraga”, escrito por Guimarães Rosa em 1946. Tendo como objetivo chegar a uma conclusão de quem é de fato “Matraga”, através da análise de todo o processo de transformação do protagonista, o trabalho tem como base os conceitos de Corpo sem Órgãos, rostidade e devir, desenvolvidos por Deleuze e Guatarri. As contribuições dos autores ajudarão na compreensão do ser como múltiplo, que está sempre se conectando com o mundo, e assim, sempre se transformando, temática amplamente abordada na narrativa Roseana.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

Bianca Meira Lopes, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Graduada em Letras - Português/Eapanhol pela Universidade Estadual de Ponta Groosa e mestranda em Estudos da Linguagem pela mesma instituição.

Published

2018-11-22

How to Cite

MEIRA LOPES, Bianca. DE JAGUNÇO A MATRAGA. Cadernos do IL, [S. l.], n. 57, p. 90–100, 2018. DOI: 10.22456/2236-6385.83304. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/83304. Acesso em: 22 aug. 2026.

Issue

Section

Artigos de estudos literários