A ECHARPE DE JOCASTA: UMA LEITURA SIMBÓLICA DE A MÁQUINA INFERNAL, DE JEAN COCTEAU

Autores

  • Emanuele Mendonça de Freitas Universidade de Caxias do Sul http://orcid.org/0000-0002-6103-8534
  • Cristiane Barcelos Universidade de Caxias do Sul
  • Douglas Ceccagno Universidade de Caxias do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.83238

Palavras-chave:

Jean Cocteau, Imaginário, Símbolos.

Resumo

Ao analisar as peças Édipo Rei, de Sófocles, e A máquina infernal, de Jean Cocteau, com foco não só nas semelhanças e diferenças entre ambas, mas também nos símbolos presentes na obra de Cocteau, este artigo pretende identificar possíveis pontos de conexão entre os textos na representação do mito de Édipo. Para tanto, recorremos à teoria do imaginário para interpretar alguns dos símbolos identificados na peça francesa. Os principais referenciais teóricos pesquisados são Albin Lesky, Marvin Carlson, Aristóteles e Gilbert Durand.

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Biografia do Autor

Emanuele Mendonça de Freitas, Universidade de Caxias do Sul

Bolsista Prosuc/Capes no Programa de Pós-Graduação em Letras e Cultura da Universidade de Caxias do Sul.

Cristiane Barcelos, Universidade de Caxias do Sul

Bolsista Prosuc/Capes no Programa de Pós-Graduação em Letras e Cultura da Universidade de Caxias do Sul.

Douglas Ceccagno, Universidade de Caxias do Sul

Professor na Universidade de Caxias do Sul. Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul.

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Publicado

2018-11-22

Como Citar

MENDONÇA DE FREITAS, Emanuele; BARCELOS, Cristiane; CECCAGNO, Douglas. A ECHARPE DE JOCASTA: UMA LEITURA SIMBÓLICA DE A MÁQUINA INFERNAL, DE JEAN COCTEAU. Cadernos do IL, [S. l.], n. 57, p. 139–152, 2018. DOI: 10.22456/2236-6385.83238. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/83238. Acesso em: 22 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários