Inventar a partir de um inventário

Subjetividade, palavra, corpo, arquivo e história em "A água é uma máquina do tempo" (2022), de Aline Motta, e "Odisseia Vácuo" (2017), de Renato Negrão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.153758

Resumo

A água é uma máquina do tempo (2022), de Aline Motta, e Odisseia Vácuo (2017), de Renato Negrão, trabalhos contemporâneos significativos no âmbito do que Florência Garramuño (2014) denomina literatura no campo expandido, apresentam uma série de paralelos interessantes, que se estendem também para as traduções intermidiáticas de ambas as obras em vídeo. Compostos de materiais heterogêneos e apropriados, os trabalhos de Motta e Negrão assumem estratégias textuais distintas que, no entanto, convergem na medida em que parecem colocar em questão elementos da operação historiográfica descrita por Michel de Certeau (1982). Argumentamos também que ambas as obras podem ser lidas a partir da questão da interdição da memória no âmbito do que Paul Gilroy (2001) denomina o “Atlântico negro”.

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Biografia do Autor

Miguel de Ávila Duarte, Universidade Estadual de Campinas

Pós-doutorando na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), doutor na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), bolsista do CNPq.

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Publicado

2026-06-15

Como Citar

DUARTE, Miguel de Ávila. Inventar a partir de um inventário: Subjetividade, palavra, corpo, arquivo e história em "A água é uma máquina do tempo" (2022), de Aline Motta, e "Odisseia Vácuo" (2017), de Renato Negrão. Cadernos do IL, [S. l.], n. 70, p. 22–41, 2026. DOI: 10.22456/2236-6385.153758. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/153758. Acesso em: 8 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários