A TRAVESSIA E A BUSCA DO ABSOLUTO NOS CAVALEIROS DE LA MANCHA E NOS JAGUNÇOS DOS SERTÕES DAS GERAIS

Autori

  • Rodrigo Antunes Ricci Universidade Federal de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.46084

Parole chiave:

Misticismo, fragmentariedade, individualismo, Guimarães Rosa, Miguel de Cervantes

Abstract

Este artigo tem como objetivo a abordagem entre as personagens do romance Grande Sertão: Veredas, de Graciliano Ramos – Diadorim e Riobaldo –, e as de Miguel de Cervantes – Dom Quixote e Sancho Pança –, no livro Dom Quixote de la Mancha, vistas por uma perspectiva materialista, utilizando, para tanto, as teorias da fragmentariedade do conhecimento, elaborada por Georg Lukács, do individualismo moderno aplicado ao romance, de Ian Watt, como também o amparo dinâmico da realidade dos homens vistas sob a ótica da arte romanesca. A busca pela completude individual na compreensão do Absoluto, bem como do misticismo que envolve a narrativa dessas duas grandes produções são analisados mediante o detalhamento estilístico e uníssono, em uma perspectiva de dependência simbiótica das personagens umas com as outras, sopesadas pela metáfora da travessia/rito de passagem que desempenham durante todo o desenvolvimento das obras.

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Biografia autore

Rodrigo Antunes Ricci, Universidade Federal de Mato Grosso

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na área de concentração de estudos literários e na linha de pesquisa Literatura e Realidade Social.

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Pubblicato

2015-01-15

Come citare

RICCI, Rodrigo Antunes. A TRAVESSIA E A BUSCA DO ABSOLUTO NOS CAVALEIROS DE LA MANCHA E NOS JAGUNÇOS DOS SERTÕES DAS GERAIS. Cadernos do IL, [S. l.], n. 49, p. 043–055, 2015. DOI: 10.22456/2236-6385.46084. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/46084. Acesso em: 22 ago. 2026.

Fascicolo

Sezione

Artigos de estudos literários