PRONOMES E "FORMAS VAZIAS" NO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA ENUNCIATIVA DE ÉMILE BENVENISTE

Autores

  • Fábio Aresi Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.83684

Palavras-chave:

Pronomes, Formas vazias, Enunciação

Resumo

Neste trabalho, investigo como os elementos componentes das ditas “formas vazias” da língua na perspectiva enunciativa de Émile Benveniste – responsáveis pelas categorias linguísticas de pessoa, tempo e espaço – operam no desenvolvimento teórico do linguista, partindo dos estudos sobre os pronomes pessoais e os verbos nos anos 1950, e culminando na descrição formal apresentada à moda de síntese no texto O aparelho formal da enunciação, de 1970. A questão é de ordem epistemológica: se este último trabalho benvenistiano voltado para a enunciação é marcado simultaneamente pela síntese de seus trabalhos anteriores e pelo alargamento teórico da enunciação, como se coaduna, nele, a reflexão sobre os pronomes e demais “formas vazias”, cuja especificidade parece se opor a uma concepção global de enunciação?

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Biografia do Autor

Fábio Aresi, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Fábio Aresi é Mestre em Letras (Estudos da Linguagem) pela Univesidade Federal do Rio Grande do Sul, e doutorando pela mesma instituição.

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Publicado

2018-11-22

Como Citar

ARESI, Fábio. PRONOMES E "FORMAS VAZIAS" NO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA ENUNCIATIVA DE ÉMILE BENVENISTE. Cadernos do IL, [S. l.], n. 56, p. 38–56, 2018. DOI: 10.22456/2236-6385.83684. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/83684. Acesso em: 11 set. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos linguísticos