“Le Guignon”, de Charles Baudelaire: a forma cerrada do poema

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.145156

Resumo

Neste artigo, recuperando o termo “estilo cerrado”, empregado por Baudelaire em texto sobre Poe, e inspirando-nos do método de Arrigucci Jr., no ensaio Coração partido, propomos uma leitura do soneto “Le Guignon”. Recorrendo igualmente a Schlegel, Bourdieu, Bénichou e Auerbach, pretendemos demonstrar em que medida Baudelaire, enquanto poeta, se situa num ponto culminante da ironia formal romântica; e, enquanto crítico e ensaísta, se mostra defensor da autonomia da literatura de discursos sociais apriorísticos. A hipótese aventada é que se constrói no soneto, por meio de imagens espaciais e acústicas de uma operação extrativa, um dispositivo de significação inerente às unidades significantes.

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Biografia do Autor

Júnior Vilarino, Universidade Federal de Viçosa

Professor Associado de Língua e Literatura Francesa da Universidade Federal de Viçosa, doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. E-mail: jrvilarino@ufv.br; ORCID: http://orcid.org/0000-0003-3410-1179.

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Publicado

2025-06-07

Como Citar

VILARINO, Júnior. “Le Guignon”, de Charles Baudelaire: a forma cerrada do poema. Cadernos do IL, [S. l.], n. 68, p. 81–107, 2025. DOI: 10.22456/2236-6385.145156. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/145156. Acesso em: 22 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários