Importância Civilizatória da Inteligência Artificial

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Resumo

O artigo propõe uma reflexão filosófica e educacional sobre a computação como agente civilizacional, ultrapassando a visão instrumental da tecnologia. Argumenta que a computação molda subjetividades, reorganiza práticas sociais e redefine formas de conhecer e comunicar. Critica o modelo educacional herdado da era industrial, pautado na padronização e na fragmentação do saber, tornando-o inadequado aos desafios do século XXI. Inspirado por autores como Heidegger, Simondon e Stiegler, defende-se a integração crítica da técnica à cultura. A alienação contemporânea decorre da ignorância sobre a essência dos objetos técnicos, cuja compreensão exige uma abordagem filosófica e educativa mais complexa e atualizada.

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Biografia do Autor

José Palazzo Moreira de Oliveira, UFRGS- Instituto de Informática

JPMO possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1968), mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1976) e doutorado em Informática pelo Instituto Nacional Politécnico de Grenoble (1984). É professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Sistemas de Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino a distância, modelagem conceitual, banco de dados, sistemas de informação e sistemas na Web. Membro da Comissão de Educação da SBC. Minhas publicações no Scholar Google: http://tinyurl.com/2d2rtd7

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Publicado

2025-08-22 — Atualizado em 2025-08-22

Como Citar

Palazzo Moreira de Oliveira, J. (2025). Importância Civilizatória da Inteligência Artificial. Cadernos De Informática, 12(1), 36–43. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdeinformatica/article/view/149724