O tortuoso caminho enfrentado pelas mulheres para ter acesso ao livre direito de advogar
DOI:
https://doi.org/10.1007/brsbrz.v39i80.157070Keywords:
A Mensageira, bacharelismo, law practice, women, STFAbstract
In this article the social, political and legal context of the access of women to formal education at the end of the XIX century and beginning of the XX is analyzed, mainly, focusing on those who intended on working as attorneys, from what is known through contemporary publications, especially the magazine A Mensageira (1897 - 1900). The aim is to analyze the culture of Brazilian overrating of Bachelor’s degrees in law (bacharelismo), a requirement for men to hold influential positions, even though women had already begun to, even if timidly, graduate from law colleges in spite of the fact that they could not serve as attorneys, or hold prestigious public positions. From the studies regarding the work as an attorney, the story of Myrthes de Campos, the first woman attorney of Brazil to fight the prejudice to be able to practice, is reconstructed. As results, it is highlighted that women could graduate as law majors in the end of the XIX century and the beginning of the XX, however, to be able to register in Instituto Nacional dos Advogados do Brasil, entity which preceded OAB (National Order of Brazilian Attorneys), they had to face prejudice and prove that a woman could be a woman attorne
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