O Prohibition Bureau e a cultura da Proibição

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1983-201X.123258

Palavras-chave:

Prohibition Bureau, Lei Seca

Resumo

O presente artigo busca discutir o papel que o Prohibition Bureau, agência responsável pela aplicação da Lei Seca (1920-1933) a nível federal, teve em construir uma cultura da Proibição. Ou seja, um conjunto de valores de ideias que contextualizassem o esforço proibicionista e buscasse estimular na população norte-americana o desejo de obedecer à legislação, não por serem coagidos legalmente a isso, mas por compartilharem de seus princípios. Nessa empreitada, os responsáveis pelo comando do Bureau buscaram construir discursos e referenciais que tentavam transformar elementos importantes da tradição política norte-americana, mais notadamente, noções de liberdade amplamente conhecidas.

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Biografia do Autor

Tiago Gomes da Silva, Universidade Federal de Sergipe

Doutor em História pelo Programa de Pós Graduação em História Social (PPGHIS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em História pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Graduado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012). Pesquisador na Rede de Estudos dos Estados Unidos.Tem experiência na área de História, com ênfase em História dos Estados Unidos, História Contemporânea e História e Cinema. Membro da Rede de estudos de história dos Estados Unidos. Professor Substituo de História Moderna/Contemporânea na Universidade Federal de Sergipe (UFS)

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Publicado

2024-12-31

Como Citar

Gomes da Silva, T. (2024). O Prohibition Bureau e a cultura da Proibição. Anos 90, 31, e2024004. https://doi.org/10.22456/1983-201X.123258

Edição

Seção

Artigos